Vou deixar isso aqui:
"Em Anta Gorda, homens também se preocupam com a saúde"
kaputt
Autos estragados por aí.
Já que auto aqui é uma coisa mais barata, e que a mão de obra pra consertar sai tão cara, a solução é fita adesiva mesmo... ou andar com o carro batido.
Já que auto aqui é uma coisa mais barata, e que a mão de obra pra consertar sai tão cara, a solução é fita adesiva mesmo... ou andar com o carro batido.
traffic
Na mala da viagem, chegaram dois exemplares de Abies firma (ou abeto japonês, abeto momi). Pelo que sei, é a primeira vez que a espécie é plantada no Brasil. Ficarão em vasos por um ano no mínimo até que se desenvolvam um pouco e que possam ser plantadas no local definitivo... afinal ultrapassam os 30m de altura.
patrick in lille
Fiquei verde nesse St Patrick — de tomar chimarrão.
Não é noite ainda nesse sábado cinzento de quero-que-chegue-primavera em Lille, mas os bares já estão cheios, em especial os irlandeses.
Muita coisa há em comum entre a Irlanda e essa região da França. A dominação inglesa na região só terminou bem depois da Guerra dos 100 anos. Há no sangue, ao meu ver, uma espécie de repúdio à Inglaterra, assim como na Irlanda. A própria arquitetura das casas tipo "vila de operários", de tijolos vermelhos e muito simples, faz com que a gente se sinta na Irlanda. E se soma, ainda, o alto desemprego e a crise na região... sem muita relação com a Inglaterra, mas, de qualquer forma, o St Patrick de hoje merece ser bem brindado com uma stout ou com uma bière d'Abbaye.
Não é noite ainda nesse sábado cinzento de quero-que-chegue-primavera em Lille, mas os bares já estão cheios, em especial os irlandeses.
Muita coisa há em comum entre a Irlanda e essa região da França. A dominação inglesa na região só terminou bem depois da Guerra dos 100 anos. Há no sangue, ao meu ver, uma espécie de repúdio à Inglaterra, assim como na Irlanda. A própria arquitetura das casas tipo "vila de operários", de tijolos vermelhos e muito simples, faz com que a gente se sinta na Irlanda. E se soma, ainda, o alto desemprego e a crise na região... sem muita relação com a Inglaterra, mas, de qualquer forma, o St Patrick de hoje merece ser bem brindado com uma stout ou com uma bière d'Abbaye.
bananen
Curiosidade...
Cada povo começa a descascar a banana por um lado diferente.
No Brasil, costumamos comer banana em casa. Não levamos a banana como lanche pra aula e pro trabalho, talvez pelo calor, talvez por um tipo de preconceito...
E como comemos em casa, temos o cacho todo ali sempre disponível na fruteira. Como comemos quando ela está realmente madura, começamos pela parte com o cabinho. O cabinho, na verdade, acaba ficando no cacho mesmo. Aí que na medida em que comemos o cacho de bananas, fica aquela parte cheia de cabinhos na fruteira chamando drosófilas. Além disso, ao tentar romper o cabinho pra colher a banana do cacho, temos a certeza, pela textura, de que ela está madura.
Na Europa, é mais heterogêneo.
Banana se leva como lanche, então é importante manter a integridade do cabinho. A noção de individualidade da banana, que se compra seguido a unidade e não no cacho, é evidente. Aí que o cabinho ajuda a conservar.
Também quase só tem daquela grande, tipo caturra. Que se compra praticamente verde... e tem gente que come assim mesmo, sem saber o gosto da verdadeira banana. É colhida tão cedo, pra aguentar o transporte, que precisa de um baita banho de etino (gás que ajuda a amadurecer).
Ter a banana inteira, assim, disponível, deixa as pessoas com um grande dilema: o de qual lado escolher pra começar a descascar.
Tem gente que começa pelo cabinho (os brasileiros que moram por aqui, é claro), o que também permite verificar o estado de maturidade da banana, e permite segurá-la confortavelmente.
Quem começa pela ponta sem cabinho acaba tendo que cortar a parte ruim da banana que se situa próxima a ele, com aquele interior meio preto.
E tem quem comece a descascar pelo lado mesmo... o que funciona muito bem.
Anyways, banana.
Cada povo começa a descascar a banana por um lado diferente.
No Brasil, costumamos comer banana em casa. Não levamos a banana como lanche pra aula e pro trabalho, talvez pelo calor, talvez por um tipo de preconceito...
E como comemos em casa, temos o cacho todo ali sempre disponível na fruteira. Como comemos quando ela está realmente madura, começamos pela parte com o cabinho. O cabinho, na verdade, acaba ficando no cacho mesmo. Aí que na medida em que comemos o cacho de bananas, fica aquela parte cheia de cabinhos na fruteira chamando drosófilas. Além disso, ao tentar romper o cabinho pra colher a banana do cacho, temos a certeza, pela textura, de que ela está madura.
Na Europa, é mais heterogêneo.
Banana se leva como lanche, então é importante manter a integridade do cabinho. A noção de individualidade da banana, que se compra seguido a unidade e não no cacho, é evidente. Aí que o cabinho ajuda a conservar.
Também quase só tem daquela grande, tipo caturra. Que se compra praticamente verde... e tem gente que come assim mesmo, sem saber o gosto da verdadeira banana. É colhida tão cedo, pra aguentar o transporte, que precisa de um baita banho de etino (gás que ajuda a amadurecer).
Ter a banana inteira, assim, disponível, deixa as pessoas com um grande dilema: o de qual lado escolher pra começar a descascar.
Tem gente que começa pelo cabinho (os brasileiros que moram por aqui, é claro), o que também permite verificar o estado de maturidade da banana, e permite segurá-la confortavelmente.
Quem começa pela ponta sem cabinho acaba tendo que cortar a parte ruim da banana que se situa próxima a ele, com aquele interior meio preto.
E tem quem comece a descascar pelo lado mesmo... o que funciona muito bem.
Anyways, banana.
life goes on
Troquei minha reflex da Canon por uma coisa mais compacta, que estou curtindo bastante: a Fuji X10. Por enquanto sacia minha vontade de fotografia. Como estou me mudando para os quatro cantos nesse ano de 2012, o tamanho pesa. Em um tempo mais gordo — e de mais tempo, volto às reflex...
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